Investigado por atirar em gatos tem espingarda de pressão apreendida pela Polícia Civil em Arandu

Agentes cumpriram mandado na casa do homem denunciado por reiteradas vezes, inclusive de outros maus-tratos a animais.

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A Polícia Civil de Arandu cumpriu, na manhã desta segunda-feira (6), um mandado de busca e apreensão no âmbito de uma investigação sobre maus-tratos a animais domésticos.

A diligência resultou na apreensão de uma espingarda de pressão com acessório, um aparelho celular, e quatros frascos contendo comprimidos, materiais que passarão por análise e poderão contribuir para o esclarecimento dos fatos investigados.

A operação foi realizada por policiais civis da Delegacia de Polícia de Arandu, com apoio de equipe da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Avaré. O mandado judicial foi executado nas primeiras horas do dia, em cumprimento à decisão expedida pela Vara Regional das Garantias da 3ª Região Administrativa Judiciária.

A investigação teve início após o registro de diversas denúncias envolvendo gatos feridos por disparos de arma de pressão e outros episódios de maus-tratos ocorridos em um mesmo bairro da cidade.

A reiteração dos fatos motivou o aprofundamento das diligências e a representação da Polícia Civil pela medida cautelar de busca e apreensão.

Durante as buscas no imóvel, os policiais localizaram uma espingarda de pressão sobre um guarda-roupa e um aparelho celular ao lado de uma cama. Ambos os objetos foram apreendidos para subsidiar a investigação, conforme autorização judicial, sendo encaminhados para os procedimentos periciais e demais análises pertinentes.

Segundo a Polícia Civil, a representação judicial foi fundamentada nos elementos de informação reunidos ao longo da investigação, que indicavam a possível utilização de arma de pressão na prática dos crimes e a necessidade de preservar provas para a completa elucidação dos fatos.

As investigações prosseguem para esclarecer todas as circunstâncias do caso e definir eventual responsabilização criminal. Em respeito ao devido processo legal, a Polícia Civil não divulga a identidade das pessoas envolvidas enquanto perdurar a apuração.



Fonte: Sudoeste Paulista

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